Instituições Beneficiadas
ACPD
A Associação Campo-grandense da pessoa com Deficiência (ACPD) foi fundada em 17 de julho de 1980. Esta é uma instituição não governamental, sem fins lucrativos e tem como objetivo defender os direitos da pessoa com deficiência, com resgate da autoestima, visando promover o pleno exercício da cidadania.

Os atendimentos são realizados sem limite de idade e são, em sua maioria, oriundos de famílias de baixa renda, excluídos da sociedade e dos meios de produção. A instituição oferece meios para o desenvolvimento da pessoa com deficiência na sua própria comunidade, elevando o seu padrão de saúde física, mental e social.

Cada pessoa recebe o suporte da entidade conforme suas necessidades. A ACPD acolhe grande parte dos tipos de deficiência, com exceção dos deficientes visuais, auditivos e os autistas. Alunos da rede municipal, estadual e famílias que recorrem à entidade são os principais públicos atendidos.

As crianças visitam a instituição conforme agendamento, geralmente, uma vez por semana, para receber cuidados nas áreas de Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia. A partir dos 18 anos, os associados à ACPD realizam atividades em sala de aula de segunda a sexta, além de encaminhamento para o mercado de trabalho e solicitação de aposentadoria com assessoria jurídica.

Em parceria com outras instituições, a ACPD busca a inclusão social dos seus, oferecendo-lhes condições de trabalho, esporte e lazer, resgatando sua autoestima enquanto cidadão, dando-lhes a real dimensão da importância de sua participação social e política no meio em que se encontra inserido.
Para a presidente da ACPD, Vanda Peres Begas, a entidade precisa de ajuda de todos para continuar ajudando aqueles que precisam. “Nós temos a necessidade da ajuda de voluntários e de doadores de mantimentos e materiais, porque a gente não tem apenas a pessoa com deficiência, temos os familiares também, pois a família deixa de viver, trabalhar e fazer suas atividades para cuidar das pessoas com deficiência e, com isso, vivem com muito pouco. A ACPD dá a assistência necessária para essas pessoas e nosso princípio básico é ser uma ponte, podendo ajudá-los com alimentação, cuidados diários, atendimento de saúde, entre outras coisas que eles tanto carecem”, ressalta.

A instituição avalia as capacidades individuais, estimula aspectos cognitivos (atenção, cognição, memória e raciocínio), fortalece posturas adequadas trabalhando simetria corporal, propicia adaptações necessárias para melhorar a postura, aumentando sua habilidade de manuseio, melhora ou mantém a amplitude de movimento global, proporciona o reconhecimento corporal, trabalha a imagem e esquema corporal, promove atividades de socialização, como o teatro, a dança e dinâmicas de grupo, além de orientações para a vida diária (higiene, alimentação e vestuário), entre outras atividades para o desenvolvimento da pessoa com deficiência.

A ACPD busca ajuda através de profissionais voluntários e doações de alimentos, roupas, materiais para mobilidade e escritório. A instituição está localizada na Rua do Porto, 658, Coophavilla II ou pelo telefone (67) 3025-4547. Faça sua parte e colabore com a ACPD!
 

Danielly Azevedo
Ascom Cassems
Via Íris Comunicação Integrada
(67) 3025-4547
Cotolengo Sulmatogrossense
O Cotolengo Sulmatogrossense surgiu em Campo Grande no ano de 1996. A instituição atende pessoas com paralisia cerebral grave, altamente dependentes de terceiros. O Cotolengo foi criado pelos padres da Pequena Obra da Divina Providência, congregação religiosa fundada por São Luís Orione.

Cotolengo é o nome de um Santo Italiano - São José Benedito Cotolengo - que fundou na cidade de Turim, Itália, uma casa muito grande para abrigar pessoas com deficiência mental. O religioso São Luís Orione quis que esse trabalho se espalhasse pelo mundo e, em homenagem ao Santo inspirador, deu nome a essas obras de “Pequenos Cotolengos”, os quais estão hoje presentes em mais de 36 países.

Hoje, a instituição atende cerca de 30 pacientes com idades de 02 a 25 anos, que passam o dia no local durante a semana, recebendo alimentação e cuidados adequados, como atividades orientadas e acompanhadas por profissionais de acordo com a necessidade de cada um, além de, aproximadamente, 80 pessoas que são atendidas por profissionais nas áreas de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia conforme haja procura. O Cotolengo se mantém através de doações de pessoas físicas e jurídicas, apoio dos órgãos públicos e privados, promoções sociais, profissionais voluntários, convênios e bazar beneficente.

Para receber atendimento, são exigidos os seguintes critérios: ter lesão cerebral grave diagnosticada por um médico, ser totalmente dependente das atividades de vida diária, não ser atendido por nenhuma instituição congênere, entre outros.

Para o diretor do Cotolengo, Padre Braz Ricardo, a instituição é, antes de tudo, uma humilde obra de fé e caridade. “Nossa finalidade é acolher os desamparados que não conseguiram encontrar acolhida em outros institutos de beneficência. Aos que batem à porta do Cotolengo, não perguntamos se têm um nome, mas se tem uma dor. O Cotolengo está com a porta sempre aberta aos que necessitam”, reflete.

As pessoas acolhidas pela entidade realizam o tratamento da paralisia cerebral grave com o médico responsável fora da instituição e a mesma segue os cuidados indicados e acompanha o dia a dia destas pessoas que precisam de tratamento contínuo e especial. Desta forma, há a necessidade de ampliar as estruturas de atendimento e de profissionais e para fazê-los com qualidade, a entidade recebe ajuda de várias formas, já que as despesas são grandes e as receitas são insuficientes. Acesse www.cotolengo.com.br, clique em Como Ajudar e faça sua parte!

 
Danielly Azevedo
Ascom Cassems
Via Íris Comunicação Integrada
 
(67) 3358-4848
Abrec
Uma equipe de profissionais na área da saúde e voluntários com uma vontade enorme de oferecer a mão amiga ao doente renal crônico carente resolveu criar, uma associação, cujo objetivo era o de aumentar a qualidade de vida de um paciente renal enquanto aguarda por um transplante.  Assim, o espaço da Associação Beneficente dos Renais Crônicos (Abrec) nasceu, em 1988, numa pequena sala na Clínica Campo Grande. Neste espaço foi montada uma sede social e a partir daí o caminho foi promissor, pois este grupo de pessoas focadas na questão social se engajou nesta luta e, aos poucos, a entidade foi se fortalecendo.

A Abrec ficou na Clínica até ser transferida para uma sede provisória na Rua Antônio Maria Coelho, entre as ruas, Rui Barbosa e Pedro Celestino. Era um local simples, pequeno e aconchegante onde os pacientes começaram a tê-lo como a sua segunda casa. Lá, a associação perdurou por 12 anos, mas a luta não parou por aí e o sonho de ter uma sede própria que oferecesse o que um renal crônico realmente precisava, aumentou e foi se solidificando.

Em 2005, a Abrec ganhou um terreno do governo de Mato Grosso do Sul e iniciou a construção do seu grande sonho: a sede própria. Aos poucos, o que era apenas um projeto começou a se transformar em realidade, os tijolos deram formas às paredes e ao sonho de toda a diretoria. Em três etapas, a obra foi se completando e, finalmente, a sede própria foi finalizada em 2008. Muita dedicação, parcerias, a realização de vários eventos para angariar fundos, dificuldades e a soma de esforços dos padrinhos, madrinhas, parceiros, amigos e voluntários marcaram essa construção de peso.

Hoje, a sede está totalmente concluída e oferece um tratamento multidisciplinar digno para as centenas de renais crônicos carentes de Campo Grande e do interior do Estado. Aos poucos, a entidade está conquistando seus objetivos, mas também sempre surgem novas oportunidades e ideias. Portanto, como toda associação beneficente, que sobrevive de doações, toda ajuda é sempre bem vinda e fundamental para que esta causa possa ser levada adiante.

Presidente da Abrec há 14 anos, Luzia Auda Carvalho destaca que a necessidade de doações cresceu junto com a estrutura da casa. “Eu estou como presidente há 14 anos, desde quando a Abrec era uma casinha simples na Antônio Maria Coelho, então, para a gente chegar até aqui foi uma grande luta. A equipe cresceu muito e, hoje, é bem grande incluindo nutricionistas, médicos, assistente social, terapeuta ocupacional, psicólogas, dentista, advogados, a farmácia, enfim, uma equipe multidisciplinar. As despesas são enormes e é uma luta enorme manter tudo isso, daí a importância de recebermos doações”, explica.

O renal crônico Edgar Gomes da Silva, 57 anos, que descobriu a doença em 2003 e realiza hemodiálise desde 2004, não mede palavras para dizer o que a Abrec representa para ele. Ele lembra como a doença muda o comportamento do renal crônico e de como ele encontra apoio na instituição.

“A Abrec é uma mãe para os renais crônicos. Ela nos ajuda com alimentação, medicamentos, nós temos psicólogos, advogados, nutricionistas, além de nos oferecer cursos. O melhor é que é tudo sem nenhum custo para a gente. O renal crônico é um paciente muito nervoso porque ele sofre muito. Então, se a gente fica em casa, fica nervoso, irritado e aqui não. A gente vem para cá e se distrai com os cursos, com os amigos e, de repente, o dia já passou e a gente volta para casa com a cabeça tranqüila”, agradece.

Edgar costuma dizer que a hemodiálise é uma prisão e, após 10 anos “preso” à doença, ele está perto de realizar um transplante de rim. “Eu faço hemodiálise três vezes por semana e é bem pesado. É como uma prisão. Mas, graças à Deus, este mês vou à São Paulo realizar uma bateria de exames e, se der tudo certo, até o fim de agosto, devo fazer o meu transplante de rim”, comemora.

Tratamentos e atividades no tratamento da doença renal crônica

É de fundamental importância aos portadores de doenças renais um acompanhamento multidisciplinar e na Abrec, os pacientes têm acesso a tudo isso em um único local. A instituição procura garantir a saúde e o bem-estar de todos. As metas de intervenção são variadas com o objetivo de propiciar novas possibilidades de conviver com a doença, trabalhar o preconceito e melhorar a aceitação do seu estado clínico.

O primeiro contato do paciente é com a assistente social que faz um levantamento de suas condições econômicas, de suas deficiências e necessidades, além de conhecer seu relacionamento e apoio familiar, fundamental no acompanhamento da doença. A entidade procura atender o paciente como um todo, priorizando o acolhimento social a toda família do renal crônico, portanto, acaba-se atendendo a mais de 850 pessoas.

A presidente da Abrec destaca que além do acolhimento básico, ligado à saúde, a Abrec busca proporcionar aos renais crônicos outras atividades que garantem o bem estar e ainda pode agregar geração de renda. Ela explica que a doença muda a estrutura de toda a família e, muitas vezes, afeta diretamente a economia do lar. Preocupada em aliviar essa dificuldade, a Abrec oferece, frequentemente, vários cursos e, entre eles, o que se destaca é a malharia.

“Nós temos uma malharia que foi criada com o objetivo de ensinar aos renais crônicos uma profissão que, além do aprendizado em si, gera renda. Grande parte dos renais crônicos não trabalha, porque, quando eles se tornam renais crônicos a vida deles para. Então, ele sendo o provedor da casa, a esposa não tem condições de trabalhar porque o renal crônico requer cuidados diários. Então, toda a malharia que ele aprende e faz aqui, ele pode vender”, finaliza Luzia.

Serviço: A Associação Beneficente dos Renais Crônicos de Mato Grosso do Sul (Abrec) fica na Rua Geraldo Agostinho Ramos, 781, no Jardim TV Morena. Interessados em ajudar com doações pode se dirigir à sede da Abrec ou entrar em contato pelo telefone (67) 3342-1713. Para falar com a equipe da entidade, além do telefone, está disponível o Twiter @abrecms, página no Facebook www.facebbok.com/abrec.matogrossodosul ou pelo site www.abrec.com.br.
 
(67) 3342-1713
Instituto Cabral do Estado do MS

 O Instituto Cabral do Estado do Mato Grosso do Sul é resultado de uma série de ações de um grupo de cidadãos voltadas ao desenvolvimento humano. A constância e regularidade, bem como a natureza diversa das frentes de trabalho, foram o que conduziram, passo a passo, tal grupo à inevitável organização, enquanto instituição formal.

O invariável êxito das ações deste grupo, que precedeu a criação do Instituto, gabarita esta equipe para galgar ações efetivas, no que tange o desenvolvimento do ser humano, nos aspectos essenciais da construção de cidadãos de bem, de uma sociedade melhor e, portanto, de um mundo melhor. Assim e por todo o exposto é que foi instituída, na qualidade de Organização Não Governamental e sem fins lucrativos, o Instituto Cabral de Mato Grosso do Sul.

Este grupo é composto por cidadãos que compartilham objetivos, valores e princípios. Tais características são a essência e o fundamento de cada ação passada, bem como das vindouras. O Instituto Cabral vislumbra auxiliar, por meio de planejamento estratégico criterioso, e colaborar com o desenvolvimento social – logo, humano – por meio de obras nas mais variadas camadas da sociedade; lançando mão, sempre, do bom senso na execução da ação social.
Este é o Instituto Cabral do Mato Grosso do Sul.

Flores do Cerrado

O principal projeto do Instituto Cabral é conhecido como Flores do Cerrado. O projeto é desenvolvido por meio de eco atividades auxiliares e/ou complementares buscando o desenvolvimento de crianças deficientes ou com limitações físicas, intelectuais, etc. Todas as atividades enfocam o aumento da capacidade individual e o que fazemos é “DESEMPAREDAR ALUNOS E PACIENTES”.

Sendo assim oferecemos: Psicoterapia, Fonoterapia, Terapia OcupacionaL, Fisioterapia, Educação Especial, sendo que água, plantas, animais e terra, são os componentes utilizados. Propomos atividades que visam aumentar sua capacidade de independência pessoal e social.

As crianças e suas famílias passam por anamnese (entrevista com os profissionais da saúde e educação) e, a partir daí, é elaborado um programa personalizado para ela e, para tanto, o nosso espaço de atendimento conta com: Trilha Superação, Circuito Sensorial, Plantio de Árvore Nativa, Árvore do Livro, Terapia Assistida por Animais, etc.

Missão

"Compartilhar conhecimento, promovendo o desenvolvimento do potencial humano, através de ações inovadoras que incentivam a superação de desafios e a vencer limites.”


Visão
Ser uma Instituição eficaz e reconhecida pela qualidade, compromisso e participação, nas obras realizadas, com capacidade de criar, planejar, executar e apoiar ações voltadas ao desenvolvimento e bem estar humano; tornando–se referência no desenvolvimento de projetos na área social.

Valores
DEUS-FAMILIA-SABEDORIA-ALTRUISMO-SUSTENTABILIDADE

(67) 99144-5833